Se a resposta é "não sei", o problema não é o seu time. É que ninguém organizou o caminho.
A Sfida organiza a sua empresa para a IA: times que sabem usar, informação que a IA entende e um agente executivo para consulta dos gestores.
Cada um usa do seu jeito. Ninguém sabe ao certo o que está sendo feito, nem se dá para confiar no que sai. E quando a liderança precisa de um número, ainda espera alguém montar a planilha.
dos executivos brasileiros ouvidos dizem que a empresa usa IA só de forma pontual.
Panorama Liderança 2026, da Amcham Brasil com a Humanizadas, apresentado em jun/2026. 629 executivos de diferentes setores no Brasil. 84% dizem que a empresa usa IA apenas de forma pontual.
das empresas ouvidas no mundo conseguem apontar algum efeito da IA no lucro.
The State of AI in 2026. Coleta de maio a junho de 2026, com 1.719 respondentes em 97 países.
das horas de trabalho é o que a IA economiza quando cada um usa por conta própria. Quando a empresa incentiva o uso, esse ganho chega a ser até 40% maior.
Humlum e Vestergaard, Universidade de Chicago, mai/2025. Cerca de 25 mil trabalhadores na Dinamarca, uso por conta própria entre 2023 e 2024. Os ganhos são de 10% a 40% maiores quando a empresa incentiva o uso.
Quando a IA entra nas tarefas certas, o trabalho fica 25% mais rápido. A Sfida organiza esse uso, área por área.
Dell'Acqua et al., Harvard, MIT, Wharton e BCG, set/2023. Experimento controlado com 758 consultores da BCG.
Quando a implantação termina, a sua empresa fica com quatro coisas.
Cada área sai com a IA ajustada para o trabalho dela e com rotinas prontas para o que se repete toda semana. As pessoas aprendem a pedir e a conferir o que recebem. Quem tem menos experiência é quem mais ganha: entre atendentes iniciantes, a produtividade subiu 34%.
Brynjolfsson, Li e Raymond, Quarterly Journal of Economics, 2025. 5.179 atendentes de uma empresa de software dos EUA, com dados reais de operação.
Hoje, cada conversa com a IA começa do zero. Ela não sabe quem são vocês, como trabalham ou o que significa cada indicador. Organizamos esse contexto em instruções, glossários e mapas que qualquer IA entende. É seu e funciona em qualquer ferramenta.
Cada número importante passa a ter uma fonte oficial e uma pessoa responsável por mantê-la em dia. Dá para saber de onde veio cada resposta, e ninguém mais precisa perguntar qual planilha está certa.
Você pergunta sobre a empresa e recebe a resposta com a fonte, para conferir. Ele faz análises e projeções a partir dos dados oficiais e, quando falta base, avisa que não sabe.
Uma implantação de 4 a 6 meses, em etapas. O prazo exato sai do diagnóstico e depende do ritmo da empresa.
Conversamos com a liderança e com cada área para entender como vocês trabalham, onde está a informação e que perguntas a liderança não consegue responder hoje. Daqui sai o plano da implantação.
Ajustamos os projetos de cada área dentro da IA que vocês já usam, com instruções precisas, rotinas automáticas e skills para o que se repete. E treinamos o time para continuar criando as próprias rotinas depois que saímos.
Definimos a fonte oficial de cada número, onde ela fica e quem cuida dela.
Montamos o agente e testamos com perguntas da liderança que vocês já sabem responder. Ele é liberado depois da validação.
O agente lê as fontes da empresa, e quem mantém essas fontes vivas são os times. Sem rotina nos times, a informação envelhece e as respostas pioram.
O sistema é seu e segue funcionando sem nós. Se quiser, continuamos juntos no Acompanhamento, que é opcional. O Claude e o ChatGPT mudam o tempo todo: acompanhamos essas mudanças, ajustamos o seu sistema, mantemos o contexto da empresa em dia e criamos novas rotinas quando surgir a necessidade.
Projetos maiores, como agentes de atendimento ou de vendas, são orçados à parte.
Quando o trabalho exige acesso aos dados da empresa, ele é coberto por acordo de confidencialidade (NDA).
A promessa não é que o agente nunca erra. É que o erro é verificável.
O teste importa: usada nas tarefas erradas, a IA derrubou em 19 pontos percentuais o acerto dos consultores.
Dell'Acqua et al., Harvard, MIT, Wharton e BCG, set/2023. Experimento controlado com 758 consultores da BCG.
Lívia passou quatro anos como CEO, respondendo pelo resultado de uma empresa inteira. Assumiu um negócio em fragilidade financeira, reestruturou a operação, liderou até 35 pessoas em produto, tecnologia, CRM, marketing e operações e levou a empresa a uma fusão.
Desde a fusão, é Chief Innovation Officer: construiu do zero a arquitetura de dados e as regras de governança de IA da empresa e levou a IA para a rotina de cada área. Conduziu times resistentes até o ponto em que as pessoas passaram a criar as próprias rotinas. O método da Sfida nasceu desse trabalho: uma implantação real, que ela planejou, conduziu e executou.
A disciplina vem da gestão: antes de decidir, garantir que as regras da operação estejam refletidas corretamente nos números. É essa visão de gestão, e não de tecnologia, que ela leva para cada implantação.
Antes da primeira conversa, pedimos algumas informações sobre a sua empresa, os seus times e como vocês já usam IA. Assim, a conversa já começa pelo seu caso.